Há muito tempo, as pessoas moravam em cavernas. Nas paredes dessas caverna, elas pintavam acontecimentos do seu dia-a-dia. Os povos primitivos faziam cálculos com o auxílio de cinco dedos mais tarde utilizavam dez, depois começaram a usar pedrinhas para simbolizar atividades como o comércio e a agricultura. A expanção, as trocas comerciais, e as diversas transações financeiras em sociedades primitivas, levaram antigas civilizações (cerca de 5000 anos atrás), a iniciar o processo de representação numérica. Logicamente, este início foi instável, ou seja, estes povos começaram a representar valores e quantidades de maneira arcaica, usufruindo de recursos rudimentares para sua simbolização. Entre eles citamos pedras, argila, madeira e ossos.
Datando-se de 300 anos antes da construção das pirâmides, os egípcios já conheciam álgebra e cálculos diferenciais. Por volta de 1650 a.C., o egípcio Aahmesu escreveu o Papiro Ahmes, um manual de matemática contendo 90 problemas do dia-a-dia, referentes a preço de pão, alimentação,etc,.Este manual foi o ponto de partida, para os cientistas compreenderem o sistema de numeração egípcio. Apenas por volta do século III a.C. começou a formar-se um sistema de numeração bem mais prático; O sistema de numeração romano. Os romanos foram espertos. Eles não inventaram símbolos novos, para representar os números; usaram as próprias letras do alfabeto, I V X L C D. Os gregos e os romanos que trouxeram o exercício dos números para o Ocidente.
Pitágoras, filósofo grego, no século VI a.C. estabeleceu uma correspondência metafísica do número como arquétipo, símbolo essencial da vida. Segundo ele, os números possuem uma virtude mágica por serem os vínculos que unem o céu à terra, o espírito à matéria.
Com o passar do tempo, as quantidades foram representadas por expressões, gestos, palavras e símbolos, sendo que cada povo tinha a sua maneira de representação.
Até os dias atuais, o homem continua usando os números como meio de acesso ao conhecimento que está além de sua mente racional. Na prática, quando o homem civilizado precisa distinguir um número ao qual não está habituado, usa artifícios tais como a comparação, o agrupamento ou a ação de contar.
Datando-se de 300 anos antes da construção das pirâmides, os egípcios já conheciam álgebra e cálculos diferenciais. Por volta de 1650 a.C., o egípcio Aahmesu escreveu o Papiro Ahmes, um manual de matemática contendo 90 problemas do dia-a-dia, referentes a preço de pão, alimentação,etc,.Este manual foi o ponto de partida, para os cientistas compreenderem o sistema de numeração egípcio. Apenas por volta do século III a.C. começou a formar-se um sistema de numeração bem mais prático; O sistema de numeração romano. Os romanos foram espertos. Eles não inventaram símbolos novos, para representar os números; usaram as próprias letras do alfabeto, I V X L C D. Os gregos e os romanos que trouxeram o exercício dos números para o Ocidente.
Pitágoras, filósofo grego, no século VI a.C. estabeleceu uma correspondência metafísica do número como arquétipo, símbolo essencial da vida. Segundo ele, os números possuem uma virtude mágica por serem os vínculos que unem o céu à terra, o espírito à matéria.
Com o passar do tempo, as quantidades foram representadas por expressões, gestos, palavras e símbolos, sendo que cada povo tinha a sua maneira de representação.
Até os dias atuais, o homem continua usando os números como meio de acesso ao conhecimento que está além de sua mente racional. Na prática, quando o homem civilizado precisa distinguir um número ao qual não está habituado, usa artifícios tais como a comparação, o agrupamento ou a ação de contar.
Bem interessante a história colocada no blog,pois mostra de maneira bem mais clara de forma que os leitores do texto compreendam melhor .
ResponderExcluirєxisτє єทτrєταทτσ υм cσrρσ ∂є ƒατσs qυє sãσ єм gєrαℓ ρσυcσ cσทнєci∂σs ∂σs ρrσƒєssσrєs, мαs qυє, υмα vєʑ qυє єℓєs мєℓнσrєм σ sєυ cσทнєciмєทτσ sσвrє ρsicσℓσgiα, sєriα ∂є cσทsi∂єrávєℓ υτiℓi∂α∂є є αנυ∂αriα-σs вєм мαis ∂σ qυє ƒαʑєr συτrαs cσisαs cσмρℓicα∂αs.
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